Quem ataca sua instituição já usa IA para achar suas falhas. Brvtus chega antes.
Nosso orquestrador decide quais agentes criar, com quais técnicas e contra qual alvo.
IA orquestradora
Cada achado define qual agente entra em campo a seguir. O motor lê o resultado, escolhe a próxima técnica do catálogo e reordena a campanha em tempo de execução.
Modelo proprietário
Roda na sua infraestrutura ou na sua cloud. Nenhum byte do seu código, da sua infraestrutura ou dos seus achados sai do seu controle.
Salvaguardas
O motor avança sozinho dentro do escopo autorizado e para diante do que exige decisão humana. Nada de alto risco executa sem aprovação.
Escala de ataque
Cada agente carrega uma skill específica: a mesma técnica que um operador humano usaria naquele alvo. São mais de 900 no catálogo, e os agentes encadeiam umas nas outras até provar que a brecha vira impacto.
Onde o Brvtus ataca
Você define o ambiente e o ritmo. Cinco origens, em paralelo. Nenhuma depende da outra.
O motor abre a superfície como um adversário faria, escolhe entre 900 técnicas do catálogo e instancia os agentes que vão testá-las, uma a uma, contra cada caminho que encontra.
Brvtus vai além da superfície e avalia o código antes do deploy.
O que o mercado descobre em D+30, você corrige em D−7
O Git Audit lê o contexto de cada alteração e mostra qual merece atenção antes do merge: hipótese, impacto e a evidência que valida a correção, não uma lista de alertas. A correção custa uma linha de código. Em produção, custa um incidente. Segurança deixa de ser a última etapa e passa a dar velocidade à decisão de produto.
Passar em staging não é prova de que resiste em produção.
O ataque não para quando o deploy termina.
Sem WAF na frente, sem dado real no banco, com a flag desligada, o mesmo ataque pode falhar em staging e funcionar lá fora. O que é falha de configuração nem existe no ambiente de teste. Brvtus ataca produção continuamente, sob ROE e allowlist.
A fila do SOC não é de vulnerabilidades. É de suspeitas.
Mil alertas viram três casos reais.
Brvtus conecta no seu SIEM e assume a fila inteira. Testa cada item com a técnica que o exploraria de verdade e devolve o veredito: explorável, com a evidência anexada, ou descartado, com o motivo. Seu analista abre os casos que importam em vez de provar, um a um, que os outros não eram nada.
As quatro primeiras o Brvtus encontra sozinho. A quinta é você quem escreve.
Quando o ataque que você precisa provar não está no catálogo.
Você descreve a hipótese e o Brvtus converte em agentes, técnicas e alvos, dentro do mesmo ROE, da mesma allowlist, dos mesmos limites.
“Cliente PJ não pode aprovar transferência acima do limite do próprio contrato.”
O que o Brvtus entrega
Venha de onde vier, todo achado confirmado segue o mesmo caminho.
Achado sem dono é achado que não vira correção.
A correção chega em quem tem a caneta.
Venha da superfície, do staging, da produção ou da fila do SOC, todo achado confirmado sai com o mesmo pacote: arquivo, linha, diff sugerido e evidência. Brvtus identifica o time responsável e entrega no canal onde ele já trabalha, com o ticket aberto e o prazo contando.
Correção entregue não é correção comprovada.
O mesmo ataque roda de novo, e agora falha.
Todo achado corrigido volta para a fila com a técnica exata que o explorou. O ticket só fecha quando a reexecução falha, e o resultado do reteste entra no mesmo pacote selado do achado original.
Relatório se contesta. Evidência selada, não.
Cada execução vira registro assinado.
Quem autorizou, o que rodou, quando, contra qual alvo e com qual resultado. O pacote é hasheado em SHA-256, cifrado em repouso e selado em trilha imutável. Qualquer alteração posterior quebra o selo. É evidência que um auditor verifica sozinho, sem depender da sua palavra.
O auditor não pergunta se você testou. Pergunta contra qual controle.
A mesma evidência responde a várias normas.
Cada achado e cada reteste são mapeados para os controles que comprovam: Resolução BCB nº 4.893, ISO/IEC 27001, PCI DSS 4.0, LGPD. Quando a auditoria chega, o dossiê já está montado, com o hash que prova que nada foi editado depois.
Integrado às principais soluções do setor
Entre em contato
Seu time não ficou mais lento. O prazo é que encolheu. O Brvtus roda esse mesmo relógio a seu favor, no seu ambiente e sob o seu escopo: ataca continuamente, prova o que é explorável, entrega ao dono com prazo, retesta a correção e sela a evidência para o comitê de risco.